Controle de Estoque – Por que minha empresa precisa ter?

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A sua empresa sofre com estoque parado, bagunçado e com ausência de produtos? Saiba que o controle de estoque, acompanhado com uma disponibilização ordenada de produtos, ajuda a sua empresa a vender mais, a criar promoções e a girar mais o seu capital.

O que é controle de estoque ?

O estoque é o local onde a mercadoria fica armazenada e disponibilizada de forma ordenada. O controle de estoque (físico e financeiro) visa gerar dados com informações sobre a quantidade disponível de cada produto, item existente para venda e distribuição, e a entrada e saída de mercadorias.

Controle de entrada e saída

O controle de entrada e saída de mercadoria comprada, vendida e alocada, é uma das funções mais essenciais no processo de gestão de uma empresa.

Geralmente, empresas menores não mantêm um controle de estoque constante. Neste caso, é necessário saber a quantidade de produtos que entraram e saíram do estoque, para verificar e confirmar as vendas e o faturamento.

Desvantagem de não realizar controle de estoques

Quando a empresa não mantém o controle de estoque, a ausência de dados prejudica a renovação do estoque, a reposição, a elaboração de promoção e o estagna o faturamento da empresa.

É aconselhável realizar inventários por períodos, sobre a quantidade total e completa de todos os produtos que a empresa produziu ou adquiriu para a produção e revenda, evitando dessa forma desperdício de tempo e recursos financeiros.

Como fazer o controle de estoque?

O controle de estoque pode ser realizado de forma metódica com a ajuda de programas de computador, que possam gerar planilhas de quantidade numérica e nominal de cada produto, incluindo informações de precificação e disponibilidade do produto por cada localidade.

Basicamente, é necessário seguir os seguintes passos:

  • Registre o produto na sua lista de produtos estocado, com custo unitário e total dos produtos comprados e vendidos;

  • Compare os resultados do controle físico com o controle financeiro;

  • Faça um cálculo de saldo entre a quantidade, custo unitário e custo total de mercadorias que estão no estoque.

Ficha de estoque

A ficha de estoque impressa ou informatizada de modo digital, visa controlar a movimentação de cada item conforme o ritmo de entrada e saída de produtos, esses dados, dependendo do perfil da empresa, pode abranger produtos acabados para a distribuição e venda, matéria-prima, distribuição, entre outros.

Dessa forma cada produto terá uma ficha correspondente com dados referentes à preço, data de entrada e saída, disponibilidade e quantidade.

Produtos diferentes

Existem empresas que trabalham com diferentes tipos de produtos, lojas de departamento, por exemplo, vendem desde bombom até geladeira o que exige uma atenção maior com o controle do estoque em relação à grande variedade.

A variação de marcas e produtos pode dificultar a gestão do estoque, mas um bom sistema que registra a entrada e saída de produtos ajuda a evitar perdas de informação.

Seja para uma pequena, média ou grande empresa, do setor produtivo ou varejista, o controle de estoque é essencial para evitar perdas de produtos e de giro de capital.

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Conciliação Bancária – O que é e como fazer?

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Na linguagem do comércio, o maior patrimônio de sua vida é o seu nome. Poderíamos incluir também a saúde financeira de sua empresa. Em casos de empréstimos mal administrados e dívida ativa acumulada com os bancos, o melhor caminho é buscar uma conciliação bancária para rever os lançamentos no extrato bancário.

O que é conciliação bancária?

A Conciliação Bancária se refere a uma simplificada conferência de extratos bancários e dos saldos com o Controle Financeiro da Empresa. A partir dessa conciliação você verificará se todos os lançamentos no extrato estão corretos sem anormalidades.

É muito importante para a pessoa física e jurídica analisar se o saldo bancário está correto para confirmar a entrada e saída de dinheiro. No caso de uma empresa, esse controle ajuda a confirmar despesas e receitas e a calcular o caixa futuro para novas atividades na empresa.

Como fazer conciliação bancária?

É necessário seguir três passos básicos junto com o banco no qual a pessoa física e jurídica mantém a conta. Primeiro fique atento aos fluxos de caixa impressos nos extratos bancários, posteriormente, compare as informações internas de seus gastos realizados e dos registros de pagamentos e recebimentos efetuados pela empresa. Depois, solicite a correção de possíveis erros.

Monitorar fluxos de caixa

Para evitar perdas, a conciliação bancária é um recurso que você pode solicitar, mas é fundamental, no caso de uma empresa, realizar o monitoramento de fluxos de caixa diariamente. É importante registrar e guardar o histórico de cada operação financeira realizada. As contas e suas movimentações devem ser classificadas e bem ordenadas.

Armazenamento de documentos

Mantenha todos os documentos jurídicos, corporativos e financeiros bem armazenados e arquivados na empresa. Escaneie, salve e digitalize tudo que for de grande importância na gestão da empresa. Em relação ao histórico financeiro, as cópias de documentos serão importantes também para apresentação junto ao contador e prestação de contas no imposto de renda da empresa.

O que monitorar?

No processo de conciliação bancária, você pode monitorar todas as transações bancárias, pagamentos de salários, pagamentos de fornecedores, recebimentos, faturas e pagamentos de impostos.

No entendimento da gestão de uma empresa, a conciliação bancária compõe o processo de fluxo de caixa e da avaliação da gestão financeira.

Processo permanente de controle

A gestão de fluxo de caixa e a conciliação bancária não pode ter pausas de um dia ou uma semana, pois esse tipo de gestão ou monitoramento deve ser constante para não acumular informações e possíveis perdas.

O processo de controle de caixa pode utilizar ferramentas de automação, essas ferramentas digitais além de realizar o controle também ajudam a organizar dados, imprimir demonstrativos administrativos, salvar dados em PDF e gerar conteúdos compartilháveis.

Planos contábeis

Caso a sua empresa contrate e terceirize o trabalho de administração de fluxo de caixa e de conciliação bancária através da prestação de serviços de empresas contábeis, perceba se o prestador de serviço oferece aplicativos de automação com pleno acesso a partir de sua empresa, com dados compartilhável entre a sua empresa e o prestador de serviços em contabilidade.

Solicite a apresentação diária e semanal das informações, para que a sua empresa acompanhe e arquive dos dados.

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Produtos parados no Estoque – Prejuízo na certa

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Para evitar perdas financeiras em sua empresa, não deixe produtos parados no estoque de sua empresa. Você investiu tempo e capital para planejar, desenvolver e adquirir um produto para posicionar a sua atividade comercial no mercado, gerar retorno e lucro. O estoque parado bloqueia a atividade de sua empresa e causa prejuízos.

Produtos parados no estoques

Segundo estudos na área de gestão, uma mercadoria estocada não pode ficar mais de 45 dias no estoque, ela deve girar em estabelecimentos físicos e virtuais, atrair interesse, fazer parte de uma oferta ou promoção.

A mercadoria foi fabricada para ser vendida e atender a uma necessidade do consumidor. Independente do produto ou do seu valor, mantê-lo parado no estoque, causa prejuízos consideráveis relacionados ao dinheiro gasto para produzir um novo, além do fato de seu capital ficar congelado, literalmente parado.

Produtos parados no estoque obrigará a você a adquirir outras mercadorias, até que consiga vendê-los e repor o dinheiro investido.

O que é estoque?

Tecnicamente, o estoque é o setor de armazenamento de mercadorias e materiais, a sua existência permite o abastecimento de materiais de produção, distribuição e venda.

A existência do estoque elimina atrasos de entrega, evita sazonalidades de oferta do produto, falta de fornecimento e perda de clientes.

Perdas financeiras

Os produtos parados no estoque desperdiçam o capital investido no processo de pesquisa, desenvolvimento, produção, distribuição e disponibilização (comercialização) de um produto considerando todo o ciclo logístico de produção, e venda de produtos, desde a matéria-prima até o ponto final de venda.

Instabilidade de mercado

As variáveis de mercado incluem ameaças externas e fraquezas internas na empresa, que podem causar diminuição nas vendas de determinado produto como descrito a seguir.

Ameaças externas:

– Crises financeiras;

– Crises políticas;

– Concorrente agressivo;

– Queda de preços no mercado.

Fraquezas internas:

– Má gestão do estoque;

– Ausência de um bom planejamento logístico;

– Ausência de divulgação e promoção de produtos;

– Erro em precificação.

Como queimar o estoque e vender tudo?

Em primeiro lugar, a empresa precisa ter um eficiente controle de estoque, um inventário atualizado diariamente para que o gestor em vendas saiba a quantidade de produtos que ele tem à disposição para venda, redistribuição e promoção.

A gestão de estoque ajuda a quantificar as perdas de vendas e a possibilidade de realizar uma promoção.

O estoque não pode estar em quantidade excessiva e o dinheiro em baixa quantidade no caixa da empresa. Portanto, você pode rever o preço do produto, a exposição do mesmo no ponto de venda, divulgar a promoção e em determinados casos, oferecer três produtos pelo preço de dois.

Uma boa estratégia é criar kits de produtos ou serviços que agreguem valor ao preço final.

Reveja a sua política de compras

Se a sua empresa é uma revendedora de determinado tipo de produto, reveja a política de compra.

Evite comprar produtos que não atraem mais a atenção dos consumidores, busque comprar e vender produtos que oferecem giro rápido de venda e reposição, foque naqueles que atendam às necessidades do cliente.

Use sempre um banco de dados cadastrado no computador, para planejar melhor a entrada, saída de produtos e geração de efeito promocional, para vender todos os produtos que estão parados no estoque.

Crie e foque nas promoções para evitar que seu dinheiro fique parado, retardando o crescimento do seu negócio.

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5 Dicas para gestão financeira da sua empresa

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Criar e manter um negócio de sucesso é uma tarefa extremamente difícil.  É necessário muito esforço, uma mente criativa e principalmente entender de gestão financeira.

Ao se tornar um empresário,  especialmente no Brasil, significa colocar muitas responsabilidades sobre os seus ombros, pois o sucesso do negócio e o futuro de seus funcionários vai depender do tipo de decisão que você toma no dia a dia.

Diante disso, separamos aqui, 5 dicas valiosas que ajudarão na gestão financeira de sua empresa.  Vejamos.

1 – Gestão Financeira e Planejamento

O planejamento é fundamental para que seu negócio possa alcançar as metas definidas. Não ter uma estratégia definida ou não contar um sistema de gestão financeira, é o primeiro passo para o fracasso de seu negócio.

Faça planejamentos trimestrais ou semestrais, baseados no seu orçamento. Veja bem, siga rigorosamente e respeite o seu orçamento,  somente assim, poderá ter uma ideia das despesas que virão pela frente e do lucro real que a empresa está gerando.

2 – Fluxo de Caixa

Você por acaso tem ideia de quais custos estão prejudicando seus lucros? Veja bem, se você não tiver recursos suficientes para cobrir seus custos fixos como impostos, licenças, salários de funcionários,  seguros, serviços públicos, aluguel, água, luz, telefone, internet, etc,   sua empresa ficará em uma péssima situação financeira.

Para ter um controle total sobre os seus custos fixos, existem softwares de gerenciamento de despesas, que podem ajudá-lo a ter um controle total do seu orçamento. A ideia é identificar as despesas do dia a dia,  e gerar um fluxo de caixa que possa manter a empresa funcionando ao longo do mês.

3 – Separação das Contas da Empresa com Contas do Empresário.

Ter uma boa gestão financeira envolve manter separadas as contas da empresa das contas do empresário, literalmente separe a pessoa física da pessoa jurídica.

Embora pareça tentador retirar dinheiro da empresa para ajudar nas suas despesas pessoais, fazer isso pode resultar no fracasso do seu negócio, embora tenha a intenção de repor os valores em pouco tempo.

Se sua empresa ficar sem dinheiro, será desastroso, isso vai gerar um impacto negativo em todos os setores, desde os funcionários,  fornecedores e até clientes.

4 – Evite Gastos desnecessários

O segredo nos negócios está em evitar os gastos desnecessários. As melhores empresas do mundo são baseadas na palavra “básico”,  um escritório básico,  equipamentos básicos,  automóveis básicos,  mobília básica, salários básicos, etc.

Siga religiosamente o seu orçamento, evite investir em produtos ou serviços que não tragam um retorno rápido, em outras palavras, evite gastos que possam gerar uma despesa adicional.

Não confunda cautela com mesquinharia, ofereça sempre os melhores equipamentos e treinamentos aos seus funcionários, mas tenha como primeira opção, os mais básicos, principalmente se você está iniciando um negócio.

5 – Contrate Ajuda Profissional

Estas foram apenas algumas dicas que você já pode colocar em prática hoje mesmo. Caso tenha dificuldade na gestão financeira de sua empresa, procure ajuda profissional.
Assim, Fale Agora mesmo com um de nossos especialistas, estamos de plantão para ajudá-lo(a) na elaboração de  um planejamento correto que irá gerar lucros e fazer a sua empresa alcançar os seus objetivos.

Aguardamos seu contato!

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04 dicas de como NÃO ter inadimplência

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Só de ver a palavra inadimplência já ficamos preocupados.

Seja porque não queremos isso dentro da nossa empresa ou porque não queremos ser inadimplentes.

Muito comum no início e no final do ano, cenário esse onde: estamos no pós das festas de final de ano, das férias da família, o pagamento do IPVA, IPTU, compra do material escolar, pagamento da matrícula da faculdade e do colégio, com tantas obrigações e responsabilidades é quase impossível – mas não é inevitável e vou mostrar como –  sofrermos e sermos inadimplentes!

Porém, nem nessa época isso deveria acontecer, deveríamos conseguir evitar que esse cenário que é externo à realidade da empresa, mas que a afeta diretamente o desempenho, o caixa e os planejamentos, não seja constante.  

E o objetivo é apresentar 04 dicassimples e aplicáveis, para que você possa “dar o tomé”  acabar com a inadimplência:

1º) Tenha alguém para cobrar!

Concordo que isso parece ou um pouco difícil – principalmente se você for um empresário com 02 funcionários ou nem isso.

Mas a verdade é que você, enquanto gestor e representante direto da sua empresa, não pode assumir o papel de cobrador.

Afinal, não deixa de ser uma situação desconfortável para o seu cliente receber uma ligação “querendo saber se ele vai pagar ou não”.

E ao colocar um responsável para isso – não precisa existir um setor financeiro dentro da sua empresa – ele assumirá esse papel e conseguirá ministrar de modo mais neutro, sem haver o envolvimento pessoal e a experiência do cliente contigo.

2º) Tenha lembretes e notificações de cobrança – Régua de Cobrança

O que é?

Um plano que você seguirá para que possa informar, lembrar e cobrar o seu cliente conforme os prazos estabelecidos para pagamento.

E como fazer?

Caso você não tenha um sistema de emissão de boleto ou um sistema que possua as informações abaixo, basta você realizar uma planilha.

O objetivo é que você organize e tenha ações mais ágeis frente aos clientes que pagam com alguns dias de atraso, que ficam inadimplentes um mês e que estão sem pagar as suas obrigações há mais tempo.

Nessa planilha, você colocará em colunas as informações:

  • Nome do cliente

  • e-mail

  • Telefone

  • Valor a ser pago

  • Data do vencimento

  • Data do 1º lembrete (seu boleto vence em 10 dias, por exemplo)

  • Data da 1ª cobrança (seu boleto venceu há 05 dias, por exemplo)

  • Data que o pagamento foi realizado

  • Dívida Renegociada? (sim ou não)

  • Novo valor acordado

  • Novo prazo para pagamento

Uma coisa é fato: uma planilha NÃO soluciona a sua inadimplência!

DICA EXTRA: Uma forma de facilitar todo esse processo é a adoção de uma data padrão de vencimento, de modo que toda o processo de cobrança seja facilitado e feito uma única vez.

Mas torna mais claro o panorama geral das suas ações e o desempenho delas frente aos seus clientes!

Seja por e-mail, WhatsApp ou ligação – a comunicação fica a seu critério -.

O importante é estar próximo desses clientes, tanto na cobrança, como se fazendo essencial (assunto para outro tópico).

Conforme as colunas da planilha que você criará informa, caso o pagamento não seja realizado, até a 1ª cobrança, você deve entrar em contato e buscar ouvir o porquê não houve o pagamento e ajustar para uma nova data o pagamento.

Sem deixar de encaminhar as mensagens para ele.

Logo, a régua de cobrança é uma estrutura de lembrete e cobranças que você fará ao seu cliente – direcionada pela planilha – sendo que o seu pilar está em conseguir ter uma comunicação eficiente com o seu cliente!

3º) Dê vantagens para o pagamento em dia!

Outra forma de você evitar a inadimplência em sua empresa é dando mais motivação para seu cliente pagar na data certa.

Por exemplo, você pode oferecer um desconto de 5% a 10% para quem pagar antes da data de vencimento ou até mesmo cobrar juros para pagamentos efetuados fora do prazo.

Dessa forma, você cria um custo benefício maior para seu cliente, um incentivo para a boleta ser paga dentro do prazo.

4º) Seja ESSENCIAL

O fato é que o seu cliente não vai deixar de pagar a conta de água se ele utiliza ela todos os dias, assim como o seu Spotify se ele é viciado em escutar música e isso o ajuda a concentrar!

E ser essencial é ser importante!

É ter um produto e/ou serviço que seja de suma importância para o seu cliente!

Pode ser que dentro do mercado que tu está inserido, isso se torne mais difícil de ser feito, no entanto, ser importante está relacionado também com o tratamento, com proximidade, com a experiência dele dentro da sua empresa, com o seu produto, com a realização do seu serviço.

A forma de fazer isso são em três passos: OUÇA, COMPREENDA e RESOLVA!

Se ele não te pagou, algo aconteceu. Você tem de entrar em contato com ele – conforme exemplificamos acima -.

Pergunte o que houve, entenda qual o problema que ele tem vivenciado. Afinal, nos dias de hoje, é uma excelente experiência alguém te ligar e querer entender o porquê você não pagou e não querendo que simplesmente pague.

E por fim, se possível, ajude o resolver, ajudar não significa assumir suas responsabilidade, mas, simplesmente ouvir o que ele tem a dizer e renegociar, fornecer mais prazo, pode ser bom para ele e para você.

Conclusão

Portanto, separe quem faz a gestão do relacionamento com os seus clientes de quem irá fazer esse contato de cobrança com eles.

Organize as suas ações, tenha a precisão de datas, lembretes e avisos para ser efetivo e conseguir entender o perfil dos seus clientes e quais são as ações que têm dado ou não resultado.

Dê desconto, benefícios para o pagamento em dia e esteja sempre próximo para que possa ser sempre importante!

Não há guia preciso para o sucesso dentro da diminuição da inadimplência, mas com o que foi passado temos muito a fazer frente à minimização desse problema!

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Questões importantes sobre precificação

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Nessa série de textos nós já te mostramos como é importante saber mais sobre precificação de produtos e abordamos também sobre mark-up.

Além disso, também conseguimos te oferecer um método para verificar se os seus resultados foram corretos, garantindo que a precificação vai se dar da forma mais funcional possível.

Agora nós vamos explicar de forma mais profunda as questões relacionadas a definição de preços, para que você tenha completa noção do que envolve esse tão importante processo. Vem conferir!

Como você sabe, a definição de valor de produtos e serviços de forma correta é um processo fundamental, pois garante que os valores fiquem de acordo com os praticados no mercado e que cubra seus custos, despesas e te possibilite ter lucro líquido, necessário para tornar um negócio rentável.

De modo geral, um empresário que vai fazer o processo de precificação precisa ter em conta uma série de fatores, mas em especial ele precisa considerar o mercado, ou seja, a sua concorrência e as finanças da empresa, ou seja, a quantas anda a contabilidade do empreendimento. A seguir vamos comentar essas questões mais claramente!

O mercado e seus abalos sobre a precificação

Como nós sabemos, nenhuma empresa vende em um mercado sozinha. Ela tem que lidar com uma concorrência, e de acordo com aspectos do mercado o ideal é que o preço que um negócio pratica se aproxime do praticado pelos seus concorrentes diretos, que ofertam na mesma categoria e com a mesma qualidade.

Do contrário a tendência é que os preços desse empreendimento acabem se destacando negativamente dentro desse setor, o que vai dificultar o processo de conversões.

Alguns vários fatores devem ser considerados quando estamos falando de precificação no prisma do mercado, e nós abaixo vamos apresentar os principais pontos:

  • O quanto a marca é conhecida;

  • O tempo que ela está no mercado;

  • O volume de vendas que ela apresenta;

  • A força da concorrência;

As finanças e seus abalos

O aspecto financeiro também pesa na formação do preços de um produto ou serviço. Isso porque é fundamental que sejam cobertos nesse valor de venda as despesas variáveis (exemplo: comissões), as despesas fixas (exemplo: aluguel) e claro, custos relacionados a produção e o lucro líquido, que deve existir para que o negócio seja rentável.

A importância do equilíbrio

Uma questão que deve ser entendida é que se a empresa pratica um preço inferior ao necessário para cobrir os custos do negócio a tendência é que o mesmo sofra, e em algum momento até encontre o seu fim.

É necessário que haja equilíbrio para que um empreendimento se mantenha de pé. Não adianta pedir menos para o público achando que assim o negócio vai se sustentar, porque isso não vai perdurar.

A necessidade de se fazer pesquisas e projeções

Para determinar preços e decisões relacionadas a um negócio é importante fazer projeções e também realizar pesquisas específicas. Por exemplo, para você ter uma ideia do que pode esperar das vendas é importante avaliar como elas ocorreram nos períodos anteriores.

Nesse caso específico algumas questões podem ser relevantes e transformar as projeções feitas, fazendo com que elas falhem. Entre os principais motivos para elas não darem certo podemos elencar…

  • O acontecimento de eventos como Olimpíadas, eleições e Copa do Mundo;

  • O acontecimento de datas de grande relevância, como Dia das Mães ou o Natal;

  • O surgimento de novos produtos;

  • O surgimento de novos hábitos no setor;

  • O surgimento de novos concorrentes;

Além disso, você pode fazer pesquisas para avaliar se determinados produtos ou serviços têm mais demanda que os demais, porque assim você se alinha melhor às necessidades do seu público-alvo, aumentando as suas chances de conversão.

Obviamente existem motivos que fazem com que a demanda pública varie bastante, e entre essas razões que precisam ser consideradas nós vamos listar as mais relevantes:

  • O surgimento de novos produtos e serviços;

  • O acontecimento de uma crise econômica;

  • A desestabilização da política;

Ou seja: fica claro que quando estamos falando sobre a precificação de produtos e serviços estamos lidando com questões muito sensíveis, que envolvem muitos detalhes e muitas problemáticas, podendo variar a qualquer momento e se transformar do dia para a noite. Quem forma preços precisa estar atento ao mercado, as finanças e a sociedade como um todo! Não é fácil!

Ainda assim, esperamos que a nossa série de textos tenha te ajudado a compreender mais plenamente como funciona e o que envolve a definição de preços, um processo primordial para o sucesso das empresas. Boa sorte na sua caminhada com seu negócio!

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Será que os preços de meus produtos estão certos?

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Nessa série nós estamos falando sobre a importância de determinar de forma clara os preços de produtos ou serviços, mas também é fundamental verificar a formação do preço de venda.

Nos textos anteriores falamos sobre porque esse processo é tão necessário para os negócios, explicamos o que é markup e claro, também mostramos como funciona a formação de preços.

Agora é a hora de te mostrar como verificar os seus preços, para confirmar que os valores estão dentro do que você esperava e que correspondem ao que é necessário para que seu negócio cresça e se desenvolva!

Entenda a importância de verificar os preços de venda

Existem outras questões que pedem a sua atenção ao se definir preços.

Por exemplo, uma dela é sobre verificar a precificação. Talvez você não veja necessidade alguma em fazer esse tipo de conferência, mas esse é um grande engano. Abaixo nós vamos elencar algumas razões para você fazer questão de conferir os números assim que encontrá-los:

  • Como sabemos esses números vão determinar o seu preço de venda, e isso é fundamental para o seu negócio;

  • Se você confere e verifica que houve um erro pode consertar, sem precificar de maneira enganosa, tomando prejuízo;

  • Vale a pena sempre estarmos seguros quando estamos falando de matemática e de contabilidade de um negócio, então conferir rapidamente só vai te trazer tranquilidade;

Saiba como conferir os números encontrados para a formação do preço de venda

Quando falamos sobre verificar a formação do preço de venda não estamos falando diretamente sobre analisar essa etapa final, mas sim prestar atenção aos números que foram encontrados ao longo do processo e nos levaram até essa compreensão que acabamos conquistando.

Se você ficou confuso está tudo bem, porque agora a gente te explica. Por exemplo, falando sobre a verificação dos valores que vamos achando ao longo do processo, dá para descobrir se eles estão certos ou não tomando a dianteira de dividir o lucro peço de venda escolhido, para depois multiplicar por 100.

Ok, talvez a problemática dessa ideia é que até então não te dissemos o que você precisa fazer para encontrar o lucro de um negócio, certo? Bem, se era esse o motivo de crise pode se tranquilizar, porque agora vamos te mostrar como descobrir o lucro que um produto ou serviço vai te trazer:

  • Você precisa multiplicar o preço de venda que encontrou pela porcentagem que representava o seu orçamento;

  • Utilizando os números que vínhamos usando nos outros textos dessa série, podemos dizer que 8% dos impostos tem a equivalência de 203,33 (preço de venda) x 0,08. Isso dá no total R$ 16,70, ou seja, esse valor equivale a parte do seu faturamento que vai para os tributos;

  • Esse mesmo cálculo pode ser repetido para todos os seus gastos;

  • Assim você não vai demorar para descobrir quais são as suas despesas fixas e quais são as variáveis, além de ter uma noção de custos envolvidos e de impostos cobrados;

  • Seguindo os nossos exemplos podemos dizer que Lucro em porcentagem = a Lucro em reais dividido pelo preço de venda x 100;

  • Nesse caso, as contas seriam: Lucro em porcentagem = 62,49/ 208,33 x 100;

  • O lucro é de 30%;

O que podemos entender com isso? Que a partir do momento que tiramos das despesas o que equivale ao lucro e dividimos esse valor pelo preço de venda já multiplicado por 100 cegamos ao lucro em percentual. Na prática isso quer dizer que acertamos nos nossos cálculos!

Verificar a formação do preço de venda é importante, mas não obrigatório

Talvez você esteja entendendo que uma vez que sugerimos a você verificar a formação do preço de venda esse será um processo obrigatório dentro de todo esse sistema, e isso não é verdade, absolutamente.

Valerá sim a pena fazê-lo, especialmente no início, quando se está mais inseguro sobre esses processos, mas uma vez que você já está confiante não precisa repetir o tempo todo.

É claro que sempre que surgirem dúvidas e incertezas é considerável dar uma olhada, uma vez que a precificação é tão fundamental para o crescimento de um negócio, então faça quando achar que convém, mas não entenda que sempre tem que fazer!

Como você deve ter percebido, essa análise não é difícil, mas pede que você preste atenção e fique de olho para não cometer nenhum erro. Agora só falta um texto para completarmos a série. Você está preparado?

Então clique aqui para continuar!

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Preço de venda na prática – Como fazer?

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Essa série que começamos sobre como fazer a formação do preço de venda já está no seu terceiro texto! Nos dois primeiros falamos sobre os motivos pelos quais esse processo é importante e explicamos o que é mark-up.

Agora nós te mostraremos como fazer os cálculos relacionados a esse sistema, tão necessário para quem pretende definir os preços de seus produtos e serviços de forma mais funcional!

A seguir te explicaremos como calcular os elementos fundamentais para formar preço de venda, que te permitirá ter os ganhos necessários que farão o seu negócio se manter no azul e crescer. Vem conferir!

Entenda o que é necessário para fazer a formação do preço de venda

Antes te apresentaremos os elementos que você precisa conhecer para desenvolver esses cálculos. São eles:

  • O mark-up;

  • O custo total de venda;

  • O mark-up divisor;

  • O mark-up multiplicador;

Com essas ferramentas você poderá fazer cálculos precisos.

Os cálculos necessários para se chegar ao mark-up

Como comentamos no texto anterior não dá para definir o preço de venda se você não contar com o mark-up em meio a esses cálculos.

A boa notícia é que existem duas formas bastante práticas de se calcular o mark-up. Nós vamos te mostrar a mais prática de todas, para que você possa chegar aos resultados necessários com rapidez!

Esse método se baseia na estipulação de uma margem de lucro distinta para cada produto. Assim fica mais fácil determinar os melhores momentos para se fazer promoções, ou em que situações um frete grátis se faz viável ou não, por exemplo.

Para se adequar a essa forma de descobrir o mark-up, tudo que você precisará fazer está descrito logo abaixo. Fique ligado nos nossos exemplos e nas nossas explicações:

1 – Você precisará ter ideia de qual o custo total de cada venda

Entendamos que precisamos calcular um mark-up para precificar um produto que é comprado por R$ 100, onde queremos um lucro de 30%. Compreendendo que os impostos consomem 8% do faturamento, as despesas fixas consomem 9% e as variáveis 5% podemos somar aos gastos e ao lucro um acréscimo de 52% no valor determinado para o produto.

É sobre isso que estamos falando quando determinamos o custo total de venda. Vale dizer que nessa altura você pode fazer todos os cálculos com porcentagens, porque certamente vai ficar mais fácil.

2 – Você precisará achar o mark-up divisor

Achar o mark-up divisor é muito necessário. Isso você já sabe, mas o que talvez não saiba ainda é que esse mark-up divisor é um índice, e sendo um índice ele não pode ser colocado como uma porcentagem.

Isso não significa, que vai ser mais difícil calculá-lo, pelo contrário. O que você vai ter que fazer é encontrar o custo total de venda a partir do preço de compra, e depois dividir esse valor por 100. No caso dos números que escolhemos a conta seria (100 – 52) / 100 = 0,48.

3 – Você precisará precificar o produto a partir do mark-up multiplicador

Agora você já sabe o custo total de vendas e claro, encontrou o mark-up divisor. Falta pouco para formar o preço de venda, mas antes você vai ter que definir o preço dos seus produtos.

A fórmula que você precisará seguir é Preço de venda = Preço de compra/ Mark-up divisor. Usando os números com os quais estamos trabalhando o preço de venda encontrado seria de R$ 208,33.

Se o seu interesse é usar uma mesma margem de lucro para todos os produtos e serviços aí está o seu mark-up multiplicador. Nessas situações o mesmo índice vai se repetir em cada um dos produtos e serviços oferecidos.

Agora, no caso de você ter interesse de definir margens distintas de lucro você terá que fazer um processo de cálculo de mark-up para cada produto e serviço, gerando índices diferentes de custo total de venda e de mark-up divisor.

Como você pode ver definir o preço de venda é um processo delicado, que envolve uma série de etapas e o uso de várias ferramentas, mas seguindo as nossas dicas corretamente a tendência é que você logo chegue lá e consiga resolver o problema! Mas saiba, ainda temos mais dois textos nessa série! Continue!

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Por que calcular o preço de venda?

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Calcular o preço de venda é uma necessidade imperiosa para quem vende produtos e serviços. Infelizmente, muitos não sabem como fazê-lo, e mais: não entende porque esse processo é tão necessário para que um negócio seja bem-sucedido.

Se esse é o seu caso saiba que está tudo bem. Você não vai ser o primeiro ou o último a não compreender muito bem a validade desse tipo de ação, mas nós estamos aqui para te mostrar o caminho das pedras e te ajudar a precificar da forma certa!

Nesse artigo começamos uma série sobre como calcular o preço de venda, e nesse primeiro texto vamos justamente te mostrar porque isso é tão importante para que o seu negócio de fato decole! Vem conferir e se surpreender!

Entenda os motivos pelos quais você deve calcular o preço de venda

Melhorar a gestãoComo comentamos previamente a maioria das pessoas não sabem calcular o preço de venda e sequer têm essa preocupação, colocando como preço final um valor aleatório, baseado mais na própria vontade do que em fatos claros e sucintos.

É importante entender que se não fazemos esse cálculo acabamos colocando como preço final apenas os custos e a margem de lucro que desejamos, e existem muitos outros fatores que estão relacionados e que fazem a diferença na hora de tomar essas decisões.

É claro que de modo geral todo vendedor ou prestador de serviço tem em mente um preço específico para cobrar, mas esse pensamento precisa se basear em um ideal, e esse ideal deve considerar questões como a participação de cada despesa nesse valor que se quer pedir aos clientes.

Além disso, existem outras razões que justificam a importância da definição do preço de venda, e agora nós vamos falar mais claramente sobre cada uma delas para você! Dê uma olhada:

1 – Esses cálculos permitem a elaboração de metas

Você sabe o que é ponto de equilíbrio? Trata-se de um momento em que as vendas da empresa pagam seus custos e despesas, sejam elas fixas ou variáveis, mas não trazem nenhum lucro.

O interessante é que quando esse ponto é atingido tudo que se vende depois passa a ser ganho para o negócio, ou seja, é o momento em que o empreendimento passa a lucrar de fato!

Quando você se obriga a calcular o preço de venda tem que calcular também o ponto de equilíbrio, e uma vez que isso for feito vai poder estabelecer metas mais claras para o crescimento da sua empresa!

2 – Com esses cálculos fica mais fácil saber quando fazer promoções

Um dilema para todo vendedor é saber quando os seus preços devem baixar, ou qual a melhor hora para fazer promoções. Os mais inexperientes apostam no “feeling” para ter bons resultados nesses momentos, ou aproveitam para copiar o que estão fazendo as concorrentes no setor, mas existem formas mais embasadas para tomar a decisão certa.

Uma delas é calculando a formação de preços. Uma vez que você o fizer saberá quando é interessante para o seu negócio ofertar produtos e serviços com preços mais baixos e quando promoções podem ser lucrativas para você.

Agradar o cliente deve sim ser sempre uma prioridade, mas a saúde financeira da empresa e o seu desenvolvimento também devem ser sempre pensados pelos envolvidos!

3 – Esses cálculos ajudam na identificação de custos que oneram demais o orçamento

Empresas sempre vão ter custos para funcionar, e disso não dá para fugir. Um empresário é inteligente quando é capaz de equilibrar a balança de uma forma que lhe é favorável.

A questão é que muitas vezes existem custos ou despesas que podem ser melhor gerenciados, onerando menos o orçamento de um negócio. Isso faz toda a diferença, alivia a pressão e permite que a empresa lucre mais.

Calcular o preço de venda permite que os responsáveis percebam que custos e despesas estão pesando excessivamente e quais podem ser ou não diminuídos. Essa flexibilidade muda o panorama e pode transformar para a melhor a realidade de um negócio.

4 – Com esses cálculos fica mais fácil definir que mercadorias não devem ser mais vendidas

Em alguns casos a venda de certas mercadorias não compensa, por uma série de fatores. Para não se basear apenas no seu sentimento a respeito vale a pena apostar na formação de preços, para saber quais produtos devem seguir no jogo ou não devem!

Podemos dizer, portanto, que esse tipo de mecanismo só traz benefício para um negócio. Sim, é trabalhoso, exige tempo, energia e dedicação, mas os ganhos são enormes.

Sendo assim, aposte no ato de calcular o preço de venda. Você vai ver a sua empresa se desenvolver de forma muito mais firme e decidida dentro do mercado, pode apostar! Descubra como fazer a seguir!

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Entenda o que é markup e a sua importância

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Talvez você saiba o que é markup, mas muitos empreendedores não fazem ideia do que se trata e só tem o feeling de que já escutaram essa expressão em algum momento, ou pensam que leram sobre o assunto algum dia, mas as informações e conceitos não ficaram devidamente guardados em suas mentes.

Se for esse o seu caso não há problema, porque certamente você não é o único. Saber o que é markup nunca foi uma prioridade para muitos empresários, mas a verdade é que definitivamente deveria ser.

A seguir nós vamos te explicar do que isso se trata e porque é tão importante aplicarmos esse conceito aos negócios e, principalmente, a formação do preço de venda. Vem aprender e se surpreender!

Entenda de uma vez por todas o que é markup

O conceito de markup te permite ter uma noção real de quanto um vendedor ganha quando consegue converter a venda de cada produto que oferece. A partir dessa compreensão fica bem mais fácil desenvolver uma formação de preços que realmente seja eficaz e funcional para o negócio!

Sendo assim, abaixo nós vamos conceituar de forma bem clara o markup, para que você tenha plena compreensão a respeito dessa ideia, para no futuro passar a usá-la:

Markup é um índice usado para ser multiplicado pelo preço de venda. A ideia presente no markup é a mesma que vemos no preço margem, voltada basicamente para que dentro do custo unitário de cada produto ou serviço seja somada uma margem de lucro, que futuramente fará parte do preço de venda.

Com ele é possível avaliar de forma clara os valores que são necessários para que os gastos que o empresário tem com a compra de produtos, com o fornecimento e com a manutenção do negócio sejam devidamente cobertos, tendo-se também noção de quanto é necessário pôr na venda para que a empresa se torne lucrativa.

Obviamente entram nesse valor variáveis como impostos e despesas fixas, e o lucro também está aí, mas é com o markup que dá ao empreendedor uma noção mais clara do que precisará cobrar para manter o negócio no azul!

Ou seja: podemos dizer que o ele é um elemento primordial para aqueles que querem cuidar da formação de preços de venda de forma mais precisa!

Saiba como calcular o markup

Não adianta você saber sobre markup se não souber como calculá-lo. Afinal, para que você possa utilizá-lo nos cálculos de formação de preço de venda precisa já ter esse índice Como Calcular Markuppreviamente determinado. É isso que vamos te mostrar agora como fazer!

  • O primeiro passo que você deve seguir é descobrir qual o custo total de venda (também conhecido a partir da sigla CTV);

  • Depois você precisa encontrar o markup divisor;

  • Por último é hora de precificar o produto, usando o markup multiplicador;

É claro que não dá para ter conhecimento de todos esses elementos se você não conta com um controle financeiro bastante rígido e claro, onde você é capaz de prever custos, além de conhecer as suas despesas fixas e ter uma ideia de quais despesas varveis você tem.

Além disso, você também necessita ter um completo entendimento sobre como esses gastos afetam o seu faturamento. São informações relevantes e que precisam estar nas suas mãos antes de qualquer tentativa de cálculo do markup, porque do contrário será tudo em vão.

Infelizmente a maioria das pessoas não faz a menor ideia de como se calcula custo total, de como tem acesso ao markup divisor e de como se encontra o markup multiplicador, justamente porque não estão acostumados a avaliar o próprio faturamento, conhecendo custos, despesas e outros fatores envolvidos nessa soma.

Você deve ter percebido a relevância de saber o que é markup, mas a seguir nós vamos além, te mostrando como descobrir outros fatores relevantes para a formação de preço de venda! Siga conosco!

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